O que é a verdade, portanto? Um batalhão móvel de metáforas, metonímias, antropomorfismos, enfim, uma soma de relações humanas, que foram enfatizadas poética e retoricamente, transpostas, enfeitadas, e que, após longo usom parecem a um povo sólidas, ...
Superai-me, ó homens superiores, as pequenas virtudes, as mesquinhas prudências, os escrúpulos ínfimos como grãos de areia, a agitação própria de formigas, o contentamento deplorável, a felicidade da maioria! E mais vale desesperardes do que ...
Quem combate monstruosidades deve cuidar para que não se torne um monstro. E se você olhar longamente para um abismo, o abismo também olha para dentro de você. (Nietzsche
Ouve-se sempre nos escritos de um ermitão algo também do eco do ermo. (Nietzsche)
Uma crítica da faculdade do conhecimento não tem sentido: como poderia uma ferramenta criticar a si mesma quando só pode usar a si mesma para a crítica? (Nietzsche)
Paulo quer desvalorizar a sabedoria deste mundo: seus inimigos são os bons filólogos e médicos da escola alexandrina - a guerra é feita contra eles. De fato, nenhum homem pode ser filólogo e médico sem ao mesmo tempo ser anticristo. O filólogo ...
A coragem mata também a vertigem à beira de abismos! E onde estará o homem senão à beira de abismos? Mesmo olhar, não será olhar abismos? (…) Mas a coragem, a coragem que ataca é o melhor dos matadores, mata a própria morte pois diz: “ISTO ...
A mesma palavra amor significa com efeito duas coisas diferentes para o homem e para a mulher. O que a mulher entende por amor é bastante claro: não é apenas dedicação, é dom total de corpo e alma, sem restrição, sem nenhuma atenção para o que ...
O que alguém é começa a se revelar quando o seu talento declina - quando ele cessa de mostrar o quanto pode. O talento é também um ornamento; um ornamento é também um esconderijo. (Nietzsche)
O pensamento lógico pode levar você, de A a B, mas a imaginação te leva a qualquer parte do Universo. (Einstein)
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Amor à antiga – emissora nacional – (audio-teatro)

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Amor à antiga – emissora nacional – (audio-teatro)

Amor à antiga. Comédia em 4 actos. Representada pela primeira vez no Teatro de D. Maria II em 16 de Fevereiro de 1907. Lisboa: Ferreira & Oliveira, 1906; 2ª edição, Lisboa: Empreza Literária Fluminense, 1922.

Augusto de Castro em 1968 ( Foto do Arquivo Municipal de Lisboa)
Augusto de Castro em 1968 ( Foto do Arquivo Municipal de Lisboa)

Augusto de Castro Sampaio Corte-Real (Porto, 11 de Janeiro de 1883 — Estoril, 24 de Julho de 1971), mais conhecido por Augusto de Castro, foi um advogado, jornalista, diplomata e político com uma carreira que se iniciou nos anos finais da Monarquia Constitucional Portuguesa e se estendeu até ao Estado Novo.1

Foi uma das principais figuras Estado Novo, ganhando grande notoriedade como comissário da Exposição do Mundo Português, em 1940. Foi director do Diário de Notícias por dois períodos distintos, de 1919 a 1924, altura em que foi em missão diplomática para Londres, e de 1939 até 1971.

Membro da Academia Brasileira de Letras, eleito em 25 de Janeiro de 1945, ocupando a cadeira nº 5, que pertencera a Eugénio de Castro (1869-1944).

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